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S. Bento da Porta Aberta é Romaria todos os dias!

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Consulte o programa da Romaria em Honra de S. Bento da Porta Aberta aqui

A romaria de S. Bento da Porta Aberta é dedicada à figura de S. Bento que é o mesmo santo que nasceu em Núrsia, Úmbria, no ano de 480. A história da sua vida chega-nos através dos Diálogos de São Gregório Magno. Educado em Roma, abandonou as “coisas do mundo” e fez a primeira experiência de vida como eremita. Posteriormente foi para a Subiaco e de seguida dirigiu-se para Montecassino, onde construiu o célebre mosteiro, iniciando a vida comunitária. Escreveu a regra monástica mais conhecida e antiga do ocidente que mais tarde foi sintetizada pela expressão “Ora et Labora” que propagada rapidamente por todos os países fez com que São Bento fosse denominado Patriarca do monaquismo no Ocidente. A Regra une oração e trabalho, quer manual, quer intelectual, sob a orientação do abade. Os Beneditinos espalharam-se pela Europa e foram seus grandes evangelizadores. Por isso S. Bento foi proclamado pelo Papa Pio XII em 1947, Pai da Europa e posteriormente por Paulo VI, em 1964, como o principal padroeiro da Europa. Morreu a 21 de Março de 547; contudo desde fins do século VIII, em várias regiões, celebrava-se a sua memória a 11 de Julho, a festa de “depositio”. 

É antiga, muito, esta GRANDE ROMARIA DE AGOSTO em S. BENTO DA PORTA ABERTA. Antiga. Famosa. Aqui, e nestes dias, a alma mais pura do povo português vive o seu melhor e mais genuíno sentir. Devoção profunda e séria ao Pai e Padroeiro da Europa, tão presente na alma minhota.

S. Bento é neste local, Rio Caldo, Terras de Bouro, devotamente amado e cantado desde há 400 anos! E em Agosto o povo está presente. Muitos milhares, dia e noite, rezam, cantam e dançam sem fadiga, mesmo quando percorreram muitos quilómetros a pé, rezando com todo o corpo. 

E o terreiro do santuário, agora Basílica, mostra o seu melhor, o melhor da identidade minhota: concertinas, muitas; desfile de tradições e memórias do povo que construiu e constrói a nossa matriz inconfundível, fogo-de-artifício do melhor que se fabrica entre nós e em quantidade de pasmar, iluminação dos arruamentos e da fachada do templo, agora mais brilhante e bem tratada; andores que nos mostram e convidam à devoção de tantos santos da nossa terra, das “Terras de Bouro“ e figurados de primeira. Esta grande festa é a alma multissecular do nosso país. É a nossa memória colectiva. Vem de muito longe e vive como se só agora tivesse sido criada. A portugalidade, de que nos orgulhamos, vive-se e perpetua-se aqui e à roda de S. Bento, do nosso S. Bentinho ou, de forma mais cerimoniosa, o Senhor S. Bento.  

As famílias juntam-se na alegria e na partilha tão portuguesa dos farnéis onde a gastronomia própria dos nossos merendeiro é rainha! E o vinho, além de alegrar os corações, também anima a festa!

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