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Basílica

A Basílica que atualmente contemplamos é muito recente, o que poderá indiciar que a devoção a São Bento terá sofrido um incremento significativo nos finais do século XIX. No entanto, sabemos que no ano de 1758, já existiria devoção notória neste santuário.

A construção da atual igreja iniciou-se apenas em 1880, tendo ficado concluída em 1895. A torre sineira que se aninha na fachada, avista-se em todo o vale da Caniçada e, apontando ao alto, serve de rosto ao santuário. Apesar de não ser uma edificação notável do ponto de vista artístico, são dignos de realce os painéis de azulejos da capela-mor, que retratam a vida de S. Bento, assim como o retábulo de talha coberto a ouro.

O baldaquino de pequenas dimensões, que se desvela ao centro do altar, é o foco de todas as atenções. Lá se venera a imagem de São Bento, na qual os peregrinos depositam as suas ofertas e as suas promessas. Cravos multicolores, figuras em cera, produtos agrícolas – entre os quais galinhas, ovos e azeite – sal, e até objetos em ouro e dinheiro, tudo serve de reconhecimento para as graças alcançadas.

Em 21 de Março de 2015, na comemoração dos 400 anos do Santuário, o Papa Francisco elevou-o à categoria de Basílica, a pedido do Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas, D. Jorge Ortiga, mediante proposta da Mesa Administrativa da altura.

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